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Suporte de TI terceirizado vs. equipe interna: qual é o melhor custo-benefício? | iDigit

Camila 11 de novembro de 2025 0 Comments

Quando a operação depende de e-mail, sistemas, internet e dados o tempo todo, escolher o modelo certo de suporte de TI impacta diretamente custos, produtividade e segurança. A dúvida é comum: manter uma equipe interna ou contratar um parceiro terceirizado? A resposta depende do seu tamanho, maturidade e metas — mas há diferenças claras em custo total, especialização e escalabilidade que vale conhecer antes de decidir.

Neste guia, a iDigit compara os dois modelos, mostra cenários práticos e aponta como encontrar o melhor custo-benefício para sua empresa.

O que define cada modelo

Equipe interna

Profissionais contratados pela empresa (analista, técnico, coordenador), com foco em suporte ao usuário, pequenos projetos e rotinas locais. O conhecimento tende a se concentrar em poucos perfis e na realidade específica do ambiente.

Suporte de TI terceirizado

Operação prestada por uma parceira especializada (outsourcing/terceirização), com Service/Help Desk com SLAs, monitoramento 24/7, especialistas N1/N2/N3, calendário preventivo, relatórios e governança. A cobertura e a profundidade técnica escalam conforme a demanda.

Comparativo rápido: prós e contras

  • Custo total: interno exige salários, encargos, férias, substituições e ferramentas; terceirizado converte em mensalidade previsível por escopo e SLA.
  • Especialização: interno aprofunda-se no contexto da empresa; terceirizado traz time multidisciplinar (redes, nuvem, segurança, servidores) sem contratação adicional.
  • Disponibilidade: interno pode sofrer com férias/afastamentos; terceirizado mantém cobertura contínua e escala sob demanda.
  • Velocidade: interno conhece o histórico local; terceirizado usa processos maduros, automação e boas práticas para reduzir TMA/TMS.
  • Risco: interno concentra conhecimento em poucas pessoas; terceirizado dilui risco e mantém documentação e governança.
  • Inovação: interno depende de treinamentos; terceirizado traz roadmaps e referências de múltiplos clientes e setores.

Custo-benefício: onde está o “ganho escondido”

O melhor custo-benefício não é apenas pagar menos — é pagar certo por disponibilidade, qualidade e segurança. Três pontos pesam no resultado:

  1. Prevenção reduz urgências: ambientes sem calendário preventivo gastam mais com incidentes, horas extras e paradas.
  2. Tempo de inatividade é caro: se a equipe vende menos ou atrasa entregas, a perda supera qualquer economia aparente.
  3. Risco de segurança: vazamentos e ransomware têm custo alto e impacto de reputação. Camadas de proteção e backup testado são decisivos.

Por isso, em PMEs e empresas em expansão, o modelo terceirizado costuma entregar melhor relação valor/resultado — combinando preço previsível, equipe completa e operações padronizadas.

Quando a equipe interna faz mais sentido

  • Operação altamente específica, com sistemas proprietários pouco usuais;
  • Ambiente com requisitos regulatórios que exigem equipe dedicada in-house;
  • Estratégia de TI como core do negócio (por exemplo, software house).

Mesmo nesses casos, é comum combinar equipe interna com terceirização para camadas especializadas (segurança, nuvem, projetos complexos) e para cobertura 24/7.

Quando o terceirizado vence com folga

  • Chamados recorrentes e TMS alto por falta de padronização;
  • Dependência de um único técnico e ausência de documentação;
  • Backups não testados, patches atrasados e Wi-Fi instável;
  • Expansão com novas unidades, home office e filiais;
  • Necessidade de governança, relatórios e KPIs para decisões.

Modelo híbrido: o melhor dos dois mundos

Muitas empresas escolhem um modelo híbrido: um responsável interno próximo ao negócio + uma parceira terceirizada com escala e especialistas. O interno cuida da cultura e do dia a dia; a parceira garante prevenção, segurança e projetos de evolução (nuvem, firewall, Wi-Fi, padronização).

Como comparar propostas com critérios objetivos

  • Escopo & SLAs: canais, prazos por criticidade, escalonamento N1/N2/N3, horário e plantões.
  • Prevenção: calendário de patches, revisão de logs, testes de backup e inventário.
  • Segurança: MFA, firewall gerenciado, antivírus/EDR, gestão de vulnerabilidades.
  • Relatórios: disponibilidade, TMA/TMS, reincidência, CSAT e recomendações mensais.
  • Equipe: certificações, cobertura de férias/afastamentos, especialistas por domínio.
  • Onboarding: inventário inicial, análise de riscos e plano de estabilização.

Com esses critérios fica mais fácil comparar o real custo total e o retorno de cada opção.

Exemplo prático (PME)

Uma empresa com 80 usuários em Alphaville alternava períodos de estabilidade e “apagões” na rede. Ao migrar para suporte terceirizado com a iDigit, adotou monitoramento 24/7, padronização de estações e backup testado. Em 90 dias, o volume de chamados críticos caiu mais de 40% e o tempo médio de solução reduziu em 35%. O gasto mensal ficou previsível — e menor do que a soma de horas extras e urgências do modelo anterior.

Por que a iDigit

A iDigit atua em São Paulo, Alphaville e região com um modelo orientado a resultados: Help/Service Desk com SLAs, monitoramento 24/7, segurança por camadas, calendário preventivo e relatórios mensais. Com planos flexíveis, integramos com equipes internas (modelo híbrido) ou assumimos a operação completa com governança e KPIs. Fale com um especialista no WhatsApp

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